Olê, olé, olé Olê, olé, olé olá... Olê, olé, olé A cada dia te quiero más... Áfe, to morta. Festival é um trabalho muito gostoso de se fazer. Tu viaja com tudo pago, conhece um monte de gente diferente, cidades novas, a organização é sempre bacana (hotéis e restaurantes legais, pessoal atencioso) e o cachê é beeeeem bom. Tudo o que gosto. Limeira não foi diferente. Grupos com pesquisas diversas, de regiões que eu nem conhecia do estado. Um clima delicioso. O problema é a volta pra casa, e uma semana de coisas pra fazer de esperando na porta. Textos pra estudar, livros pra ler, coreografias para fixar, trilhas pra criar... Vou contar tudo, mas preciso de um tempinho pra respirar que ainda não tive desde que cheguei. Aí, numa pausa para a janta, ligo a TV e vejo que a Argentina bateu o Uruguai na copa, eliminatória ou campeonato qualquer coisa. Gosto muito dos uruguaios. Mas, ver o Maradona sorrindo de novo é muito bom. Gosto muito do Maradona. E dos argentinos. E hoje eu vou brindar e eles, e à sua incrível capacidade de recuperação. Dá-lhe boludo!
Escrito por Patricia Leonardelli às 21h24
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